O Vaticano anunciou que não fará parte do “Conselho da Paz” criado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A decisão foi comunicada pelo cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado da Santa Sé, que destacou que a iniciativa não está alinhada com a visão da Santa Sé sobre a resolução de conflitos internacionais.
Segundo Parolin, a gestão de disputas entre países deve continuar sob a responsabilidade da Organização das Nações Unidas (ONU), ponto central da diplomacia vaticana. O conselho foi pensado para supervisionar temporariamente a governança da Faixa de Gaza após o cessar-fogo em outubro, mas Trump sugeriu que o grupo poderia atuar em outras crises globais.
A primeira reunião do conselho está marcada para esta quinta-feira (19), em Washington, mas a iniciativa tem sido recebida com reservas pela comunidade internacional. Itália e União Europeia planejam participar apenas como observadores, enquanto especialistas em direitos humanos criticam a falta de representantes palestinos no grupo.
O conflito entre Israel e Hamas na Faixa de Gaza segue provocando mortes e uma grave crise humanitária, aumentando a pressão por soluções eficazes e reconhecidas internacionalmente.
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