Do total de 1.399 pessoas condenadas por envolvimento nos atos de 8 de janeiro de 2023, apenas 179 seguem atrás das grades, conforme dados do Supremo Tribunal Federal (STF). Destas, 114 cumprem prisão em regime fechado após condenações definitivas, enquanto 15 estão em prisão preventiva, incluindo o ex-assessor de Jair Bolsonaro, Filipe Martins, que ainda pode recorrer.
Outros 37 condenados cumprem prisão domiciliar, como o ex-ministro Augusto Heleno, autorizado a ficar em casa por questões de saúde. Entre os réus, 29 fazem parte do núcleo principal da organização criminosa que tentou um golpe de Estado para manter Bolsonaro no poder, segundo o próprio STF.
O relatório aponta que 391 pessoas foram condenadas por crimes graves, como tentativa de golpe e ataque à democracia, enquanto 415 respondem por delitos menos graves, como incitação e associação criminosa. Além disso, 564 réus firmaram acordos de não persecução penal, cumprindo medidas alternativas como prestação de serviços e pagamento de multa.
Sobre as penas aplicadas, quase 30% dos condenados cumprem até um ano de prisão, cerca de 20% estão entre 8 e 16 anos, e quase 10% receberam sentenças entre 16 e 28 anos, com as maiores punições destinadas aos líderes do esquema, como Bolsonaro, Walter Braga Netto e Alexandre Ramagem.
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