A Polícia Federal alterou a coordenação das investigações sobre supostas fraudes no INSS que envolvem o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula. O caso saiu da Divisão de Repressão a Crimes Previdenciários e foi para a Coordenação de Inquéritos em Tribunais Superiores (Cinq), responsável por apurações ligadas ao Supremo Tribunal Federal (STF).
A mudança gerou reação no Congresso e causou incômodo no ministro do STF André Mendonça, relator do processo. O delegado que comandava a investigação inicialmente saiu da função, mas segue colaborando com o caso. A Polícia Federal afirma que a reorganização visa dar mais eficiência e continuidade às apurações.
O senador Carlos Viana (PSD-MG), que preside a CPMI do INSS, questionou a troca e pediu esclarecimentos ao diretor-geral da PF, alegando que não pode haver interferência política nas investigações. A apuração envolve também pedidos de quebra de sigilo e medidas judiciais já analisadas pelo Supremo, com desdobramentos ainda em andamento.
Com informações do Agora RN.
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