O saxofonista americano Sonny Rollins, uma das maiores referências do jazz mundial, faleceu nesta segunda-feira aos 95 anos em sua casa em Woodstock, Nova York. Conhecido como o “colosso do saxofone”, Rollins deixou um legado marcado pela inovação e pela liberdade criativa ao longo de quase sete décadas de carreira.
Último representante da era de ouro do jazz, ele reinventou o papel do saxofone, transitando por estilos como hard bop, vanguarda e jazz fusion. Rollins também usou sua música para expressar questões sociais e políticas, destacando a luta dos afro-americanos, como na emblemática obra Freedom Suite.
Além de sua influência musical, o artista era conhecido pela busca constante de aperfeiçoamento e ousadia nas improvisações. Ele superou desafios pessoais, como o vício em heroína, e encontrou na meditação e no yoga ferramentas para manter o equilíbrio. Rollins deixa uma marca profunda na história do jazz e na cultura musical mundial.
Com informações do Agora RN.
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