O Ministério da Saúde descartou mais de R$ 108 milhões em vacinas, medicamentos e insumos ao longo de 2025, sendo que R$ 18,5 milhões desses produtos ainda estavam dentro do prazo de validade. Embora o valor seja menor que nos anos recentes, ainda supera os níveis antes da pandemia.
Entre os itens destruídos estão equipamentos hospitalares, como uma bomba de infusão e kits de monitoramento de glicose com validade até 2050, adquiridos em 2019 por meio de decisões judiciais. Também foram incinerados remédios caros, usados em tratamentos de câncer e doenças raras, além de vacinas contra a dengue.
Segundo o ministério, a taxa de descarte em 2025 foi de 1,48% do estoque total, com a meta de baixar para 1% ainda este ano. A pasta afirmou que os medicamentos eliminados por problemas técnicos são repostos ou ressarcidos, mas não detalhou se isso ocorreu com os produtos dentro da validade.
Nos três primeiros anos do governo atual, o volume de itens descartados já soma R$ 2 bilhões — mais que o triplo do total do período anterior. O maior pico foi em 2023, com R$ 1,3 bilhão, incluindo vacinas contra a Covid-19 e anestésicos usados na pandemia.
Com informações do Agora RN.
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