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sexta-feira, 12 junho / 2026

Faltando pouco mais de dois meses para o período oficial das eleições, o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) enfrentam dificuldades para fechar alianças nos principais estados do país. São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, Paraná, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Ceará concentram quase 70% do eleitorado brasileiro, mas as definições sobre candidaturas e chapas ainda estão longe de se concretizar.

Em São Paulo, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), que apoia Flávio, busca a reeleição, enquanto o PT aposta em Fernando Haddad para o governo estadual. Ainda há indefinições, especialmente sobre as vagas ao Senado e o nome para vice na chapa de Haddad. Em Minas Gerais, a desistência do ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco mudou o cenário, e nomes como Alexandre Kalil e Marília Campos surgem como opções do PT, enquanto a oposição também se reorganiza.

No Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro perdeu o suporte do ex-governador Cláudio Castro para o Senado, e o PT aposta em Eduardo Paes para o governo e Benedita da Silva para o Senado. A Bahia segue como reduto forte do PT, com o governador Jerônimo Rodrigues e nomes como Jaques Wagner e Rui Costa na disputa ao Senado. Já Flávio tenta montar palanque com o PL e ACM Neto, que ainda não declarou apoio presidencial.

Nos demais estados, como Paraná, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Ceará, as composições ainda estão sendo definidas, com o PT e o PL buscando reforçar suas bases para as eleições. A proximidade do início oficial da campanha pressiona ambos os grupos a consolidarem suas alianças e candidaturas nos maiores colégios eleitorais do país.

Com informações do Agora RN.

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