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quarta-feira, 15 abril / 2026

Pedro Rocha Filho, conhecido como Coroa, virou um dos maiores assaltantes de bancos do Nordeste, com mais de 100 roubos em agências do Rio Grande do Norte, Ceará, Paraíba e Pernambuco. Apesar dos golpes audaciosos, que incluíam fazer reféns e fugir com malotes, ele nunca conseguiu escapar da pobreza. Hoje, aos 67 anos, vive em uma casa simples na periferia de Mossoró, sem sequer ter onde morar direito.

Preso pela primeira vez em 1988 e pela última em 2002, Coroa cumpriu mais de 26 anos de prisão e foi beneficiado com prisão domiciliar em 2021. Mesmo com toda a fama e dinheiro obtidos no crime, ele não investiu na própria vida nem na educação dos filhos, e hoje depende da ajuda da irmã para pagar o aluguel.

A trajetória de Pedro Rocha foi registrada em um livro que traz relatos do próprio assaltante e detalhes dos locais onde ele atuava e se escondia. Para ele, o crime não compensou. “De que adiantou tudo isso? Hoje estou liso, sem companheira e sem casa”, desabafou. A história é um retrato do custo real de uma vida dedicada ao crime.

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