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sexta-feira, 24 abril / 2026

A Câmara dos Deputados começou a formar a comissão especial que vai analisar a proposta de acabar com a escala 6×1 de trabalho, que prevê seis dias seguidos de jornada e um de descanso. A ideia é discutir temas como o regime de transição para as empresas, possíveis compensações e a definição da jornada de trabalho. A expectativa é que o grupo seja instalado na próxima semana.

Entre os nomes cotados para integrar a comissão estão os deputados Reginaldo Lopes (PT-MG) e Erika Hilton (PSOL-SP), que já defendem a redução da jornada para 40 horas semanais com escala 5×2 sem perda salarial. O governo apoia a redução, mas há debate sobre a necessidade de um período de adaptação para micro e pequenas empresas. Alguns ministros acreditam que a economia já está preparada, enquanto outros veem a transição como importante.

Outro ponto em discussão é a compensação ao setor produtivo, que o governo resiste a oferecer, mas tem apoio no Congresso. Deputados defendem medidas como desoneração da folha de pagamento para aliviar o impacto nos empregadores. Também está em pauta a flexibilização da jornada, com propostas que permitam ao trabalhador escolher como distribuir suas horas, ampliando opções além da escala fixa.

A comissão especial terá a missão de aprofundar esses temas e buscar um acordo que concilie os interesses dos trabalhadores e das empresas. A votação da proposta deve marcar um importante passo na reforma da jornada de trabalho no país.

Com informações do Agora RN.

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