O senador Styvenson Valentim está considerando nomear a própria irmã, Anne Kelly Valentim, como uma das suplentes em sua chapa para a reeleição ao Senado. Ele revelou que ainda avalia as opções, mas admite ter mudado de opinião sobre nepotismo e agora acredita que parentes podem ocupar cargos públicos desde que sejam competentes e de confiança.
Styvenson explicou que a escolha dos suplentes depende da confiança, especialmente porque pensa em disputar o governo do Rio Grande do Norte em 2030 e precisa garantir alguém de sua confiança para assumir o mandato caso se afaste. Atualmente, ele tem dois suplentes, mas busca uma pessoa que dê continuidade ao seu trabalho e assegure tranquilidade em sua ausência.
Além da irmã, o senador também avalia dois empresários que ofereceram recursos para a campanha em troca da vaga de suplente. Styvenson criticou a prática comum de escolher suplentes apenas por influência política ou dinheiro, e destacou que o critério da confiança costuma ser desconsiderado.
Na política nacional, Styvenson reafirmou apoio a Flávio Bolsonaro para presidente, mas condiciona sua posição à apresentação de esclarecimentos sobre envolvimento com o banqueiro Daniel Vorcaro, preso por suspeitas de fraudes financeiras. O senador disse que não é bolsonarista e que sua atuação é pautada pelo interesse público, votando favoravelmente a projetos benéficos independentemente do governo.
Com informações do Agora RN.
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