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quinta-feira, 16 abril / 2026

A filha da soldado Gisele Alves Santana, morta em fevereiro, recebe uma pensão cerca de dez vezes menor que o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, acusado de feminicídio no caso. A criança tem direito a cerca de R$ 2,3 mil mensais, valor acumulado em três meses e pago pelo São Paulo Previdência desde março.

Enquanto isso, o oficial, que pediu a reserva e está preso preventivamente, deve receber cerca de R$ 20 mil por mês, menos do que seu salário bruto anterior de R$ 28 mil. A defesa da família da vítima já anunciou que vai buscar na Justiça uma pensão maior para a criança e responsabilização financeira do acusado.

O caso, inicialmente tratado como suicídio, foi reclassificado para feminicídio qualificado após investigações apontarem sinais de violência doméstica, adulteração da cena do crime e vestígios de sangue no local. O Ministério Público denunciou o oficial, que nega as acusações e afirma que a morte foi suicídio. Ele está detido no Presídio Militar Romão Gomes.

Com informações do Agora RN.

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