A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro contestou a decisão do Supremo Tribunal Federal que autorizou sua prisão domiciliar por 90 dias. Para os advogados, o prazo limitado não atende às necessidades médicas do ex-chefe do Executivo, que requer acompanhamento constante devido ao quadro de saúde delicado.
O advogado Paulo Cunha Bueno citou o recente diagnóstico de pneumonia bilateral, apontando a gravidade da condição e o risco de morte, o que justifica cuidados permanentes. A defesa ainda lembrou o caso do ex-presidente Fernando Collor, que também teve prisão domiciliar por razões de saúde, mas em situação menos grave.
O ministro Alexandre de Moraes determinou a transferência de Bolsonaro para casa assim que ele receber alta do hospital DF Star, em Brasília, onde está internado desde 13 de março. A decisão inclui restrições, como a suspensão de visitas, para evitar infecções e complicações.
O senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente, classificou a medida como um “primeiro passo para fazer Justiça”, mas criticou o caráter temporário da prisão domiciliar. Ele questionou a lógica de um benefício com prazo quando a saúde do pai estaria em risco no sistema prisional.
Com informações do Agora RN.
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