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sábado, 18 abril / 2026

A cláusula de barreira, regra que exige desempenho mínimo dos partidos para garantir acesso a recursos e tempo de TV, deve provocar uma nova reorganização do sistema partidário nas eleições de 2026. Com critérios mais rigorosos, legendas menores têm optado por formar federações para alcançar o desempenho necessário e manter benefícios como fundo partidário e propaganda eleitoral.

Um exemplo é a federação Renovação Solidária, que une Solidariedade e PRD, partidos que já passaram por fusões recentes. Essa estratégia busca superar a exigência de pelo menos 2,5% dos votos válidos distribuídos em nove estados ou a eleição de 13 deputados federais em nove unidades da federação. Sozinhos, esses partidos teriam dificuldades para atingir esses números.

Especialistas apontam que as federações funcionam como um passo antes da fusão definitiva, indicando uma tendência de concentração partidária. A medida, junto com o fim das coligações proporcionais, já reduziu a fragmentação na Câmara dos Deputados, facilitando a formação de coalizões mais estáveis e tornando mais claro para o eleitor o posicionamento das siglas. A expectativa é que partidos maiores, como PL, PT e PSD, ganhem ainda mais espaço no Congresso a partir de 2026.

Com informações do Agora RN.

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