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sábado, 28 fevereiro / 2026

A inteligência artificial (IA) virou preocupação central para as eleições de 2026. O advogado eleitoral Erick Pereira, professor da UFRN, destacou os riscos do uso inadequado dessa tecnologia no processo eleitoral e defendeu uma regulamentação clara para evitar abusos e combater a desinformação.

Pereira explicou que a IA facilita a criação e disseminação de conteúdos falsos e manipulados, que muitas vezes passam despercebidos pelo público. Segundo ele, a liberdade de expressão não pode ser desculpa para espalhar fake news, especialmente quando isso afeta diretamente o voto e a democracia. O TSE já começou a tratar do tema em 2024 e deve aperfeiçoar as regras para o próximo pleito.

O advogado também alertou para o papel do eleitor na propagação da desinformação, lembrando que compartilhar notícias falsas é crime e pode ter consequências jurídicas. Ele defende ainda uma ação integrada de órgãos públicos para fiscalizar o uso da IA, inclusive usando tecnologia para frear a circulação de mentiras.

Além disso, Pereira falou sobre a necessidade de maior rigor na prestação de contas das campanhas, principalmente no uso do fundo partidário, e explicou as regras sobre infidelidade partidária para candidatos nas próximas eleições. Ele reforça que a participação ativa da sociedade é fundamental para fortalecer a democracia e evitar que a política seja dominada por maus governantes.

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