O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, afirmou que 400 presos ligados à oposição foram libertados, incluindo 160 soltos em dezembro. Segundo ele, a medida faz parte de um esforço do governo para aliviar a tensão política após uma tentativa de invasão militar dos Estados Unidos que resultou no sequestro do presidente Nicolás Maduro.
Rodríguez destacou que os presos liberados não são “presos políticos”, mas sim pessoas envolvidas em crimes contra a Constituição, como incitação à agressão militar. Ele prometeu divulgar a lista completa dos libertados, reforçando que as liberações continuarão como um gesto unilateral do governo.
Por outro lado, grupos de direitos humanos e parlamentares da oposição contestam os números apresentados. A ONG Foro Penal calcula que, até agora, apenas 116 pessoas foram libertadas, e acusa o governo de incluir presos que não são políticos nos dados oficiais. O Observatório Venezuelano de Prisioneiros confirma 80 solturas e denuncia a falta de transparência no processo, que mantém famílias na espera por mais liberações.
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