O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, terminou nesta terça-feira (7) o prazo dado ao Irã para fechar um acordo e reabrir o Estreito de Ormuz. Caso o Irã não aceite, Trump avisou que poderá bombardear alvos estratégicos iranianos, como pontes, usinas de energia e poços de petróleo.
O ultimato foi divulgado no domingo, e Trump reforçou a ameaça na segunda-feira, falando em “demolição completa até meia-noite”. Do lado iraniano, as declarações foram rebatidas como “infundadas” e com promessa de resposta ainda mais forte caso ataques aconteçam.
Especialistas em direito internacional alertam que ataques a infraestrutura civil podem configurar crimes de guerra, e a retórica de Trump gerou preocupação. A Casa Branca, porém, garante que os EUA agem dentro da legalidade, enquanto o presidente afirmou que o verdadeiro crime seria permitir que o Irã tenha arma nuclear.
Nas negociações, que envolvem mediadores como Paquistão, Egito e Turquia, o Irã rejeitou uma proposta de cessar-fogo de 45 dias, alegando que a pausa beneficiaria seus adversários. Teerã apresentou uma contraproposta com dez pontos para encerrar o conflito de forma definitiva, mas o impasse segue.
Com informações do Agora RN.
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