Desde o ataque militar dos Estados Unidos à Venezuela, em janeiro de 2026, o presidente Donald Trump intensificou seu discurso agressivo contra vários países. Além da Venezuela, ele apontou Cuba, México, Colômbia, Irã e Dinamarca como possíveis alvos de sanções, pressões ou até ações mais diretas.
Trump criticou Cuba por depender do petróleo venezuelano e sugeriu que Havana deveria negociar com os EUA para evitar um colapso energético. Sobre a Colômbia, ele associou o governo de Gustavo Petro a problemas com narcotráfico e chegou a mencionar a possibilidade de uma operação militar, sem detalhes específicos. O México também foi alvo de críticas, com Trump afirmando que o país precisa agir contra os cartéis e deixando aberta a possibilidade de intervenção americana.
Além disso, analistas destacam que o Irã pode sofrer pressões após o ataque, enquanto a Dinamarca foi mencionada por causa do interesse dos EUA em controlar a Groenlândia, território ligado ao país europeu. Essas declarações aumentaram as tensões na América Latina e geraram preocupação internacional sobre a estabilidade da região.
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