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sábado, 28 fevereiro / 2026

Toffoli admite ser sócio de empresa ligada a resort, mas nega amizade e recebimento de dinheiro de Vorcaro

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli confirmou sua participação como sócio da empresa Maridt, que teve ligação com o resort Tayayá, em Ribeirão Claro (PR). Segundo ele, a empresa esteve no grupo até fevereiro de 2025, mas vendeu suas cotas em duas etapas, uma delas para o fundo Arleen, associado ao banqueiro Daniel Vorcaro, investigado por supostas irregularidades no Banco Master.

Toffoli afirmou que recebia dividendos da Maridt, mas negou qualquer relação pessoal ou amizade com Vorcaro, além de garantir que nunca recebeu valores dele ou de seu cunhado, Fabiano Zettel. A Polícia Federal indicou pagamentos à Maridt em mensagens entre Vorcaro e Zettel, mas o ministro disse desconhecer o gestor do fundo Arleen e destacou que a empresa era administrada por seus irmãos, sem sua participação na gestão.

O ministro também explicou que a Maridt é uma sociedade anônima de capital fechado, com todas as operações devidamente declaradas à Receita Federal dentro do valor de mercado. Por fim, ressaltou que o processo sobre a compra do Banco Master pelo BRB foi distribuído a ele apenas depois que a Maridt já havia saído do grupo Tayayá. A Polícia Federal ainda analisa pedido de suspeição de Toffoli no caso.

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