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segunda-feira, 15 junho / 2026

O secretário de Meio Ambiente e Urbanismo de Natal, Thiago Mesquita, negou que a obra de engorda da Praia de Ponta Negra tenha sido feita de forma apressada. Ele afirmou que o projeto começou em 2017, com estudos técnicos, licenciamento ambiental e acompanhamento de instituições especializadas.

Segundo Thiago, a intervenção envolveu três etapas: complementação do enrocamento, requalificação da drenagem e o aterro hidráulico, que ampliou a faixa de areia. A drenagem, que gerou críticas por causa dos chamados “espelhos d’água”, foi planejada para controlar o fluxo de água da região, evitando erosões, ainda que a água acumulada incomode moradores e turistas.

O secretário também explicou que a exploração de uma nova jazida de areia ocorreu em caráter emergencial, devido ao avanço do mar, e que o material utilizado é adequado para a obra. Thiago destacou que a Prefeitura já lançou licitação para uma nova intervenção de drenagem, com investimento estimado em R$ 21 milhões, para melhorar o sistema sem comprometer o projeto original. Ele afirmou ainda que o mau cheiro na praia não está ligado à obra, mas a problemas de esgoto clandestino na região.

Com informações do Agora RN.

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