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quinta-feira, 16 abril / 2026

Uma ação conjunta do Ministério Público e da Polícia Civil de São Paulo prendeu nesta terça-feira (7) três dos seis suspeitos envolvidos no sequestro de um operador de criptomoedas, ocorrido em fevereiro do ano passado. A vítima foi rendida após uma tentativa frustrada de "lavar" R$ 70,8 milhões, valor ligado a um furto de R$ 146 milhões contra o Banco Itaú.

O sequestro ocorreu após instituições financeiras bloquearem o dinheiro roubado, o que teria motivado o grupo a agir com violência. O corretor foi abordado no Shopping Cidade Jardim, na Zona Sul de São Paulo, e levado para um sítio em Santa Isabel, onde foi ameaçado e agredido. Os criminosos também o forçaram a entregar senhas bancárias e de celular, simulando uma venda de site de apostas para justificar as transferências.

Entre os presos está um guarda civil de Indaiatuba e um dos detidos foi capturado no Rio Grande do Norte. Além das prisões, foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão, e a polícia pediu a quebra do sigilo das mensagens dos suspeitos para aprofundar a investigação e identificar a estrutura do grupo, que teria ligação com a facção PCC.

Com informações do g1 RN.

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