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sábado, 28 fevereiro / 2026

O Ministério Público do Rio Grande do Norte abriu investigação para apurar o pagamento de salário a um professor da rede pública estadual que estava preso por matar uma ex-aluna. Rubens Ferreira de Paiva Junior foi nomeado em março de 2020, mas nunca chegou a trabalhar, pois foi preso dois meses depois, acusado do crime.

O professor foi condenado a 17 anos de prisão por homicídio qualificado e um ano por ocultação de cadáver. Mesmo assim, continuou recebendo os salários até julho de 2024, totalizando quase R$ 232 mil pagos pelo Estado durante o período em que esteve preso. A Secretaria de Educação confirmou que instaurou sindicância e processo administrativo para apurar o caso.

O inquérito do Ministério Público busca identificar possíveis danos ao erário e responsabilidades administrativas. Até o momento, a defesa do professor não foi localizada, e não há prazo para o encerramento das investigações.

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