O valor da cesta básica subiu nas 27 capitais brasileiras, principalmente por causa do aumento do preço do feijão, da batata e do tomate, afetados pelo excesso de chuvas nas principais regiões produtoras. São Paulo segue com a cesta mais cara, custando quase R$ 884, enquanto Aracaju tem o menor valor, em torno de R$ 598.
O feijão teve alta em todas as cidades pesquisadas, com o grão carioca chegando a subir mais de 20% em Belém. A oferta menor, causada por dificuldades na colheita e redução da área plantada, puxou os preços para cima. Em algumas regiões, como Paraná e Bahia, produtores colheram menos da metade do esperado. A expectativa é que os preços do feijão caiam apenas no segundo semestre, com a safra irrigada.
Apesar do aumento, o trabalhador que recebe salário mínimo comprometeu cerca de 48% da renda para comprar a cesta básica em março, porcentual um pouco menor que no ano passado. Ainda assim, o custo dos alimentos básicos segue alto, exigindo quase 110 horas de trabalho para garantir os itens essenciais. O cenário preocupa, já que o impacto do aumento nos custos de fertilizantes e combustíveis ainda não apareceu completamente no preço final.
Com informações do Agora RN.
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