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sábado, 28 fevereiro / 2026

O Ministério Público de Santa Catarina anunciou que vai solicitar à Polícia Civil investigações adicionais sobre a morte do cão comunitário Orelha, agredido no começo de janeiro na Praia Brava, em Florianópolis. As promotorias responsáveis consideram que ainda há dúvidas a serem esclarecidas para entender melhor o que aconteceu.

A Polícia Civil já pediu a internação do adolescente suspeito da agressão — medida prevista para casos graves, semelhante à prisão de adultos. Laudos indicam que Orelha sofreu uma pancada forte na cabeça, possivelmente causada por chute ou objeto rígido. O animal foi resgatado, mas morreu em uma clínica veterinária no dia seguinte.

Além disso, as investigações seguem para apurar se houve ameaças e coação a testemunhas, envolvendo familiares dos adolescentes e outras pessoas. Também há apuração sobre ataques recentes a outro cachorro comunitário da região, o Caramelo, que sobreviveu e foi adotado pelo delegado-geral da Polícia Civil local.

O caso corre em sigilo para proteger a identidade dos envolvidos menores de idade, conforme regras do Estatuto da Criança e do Adolescente. A defesa do adolescente questiona as provas e critica a exposição do caso, apontando que as investigações ainda são frágeis e não definitivas.

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