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sábado, 28 fevereiro / 2026

O Rio Grande do Norte registrou um crescimento significativo na parcela da população que pertence às classes A, B e C, passando de 57,99% em 2022 para 67,98% em 2024. Esse avanço representa um aumento de quase 10 pontos percentuais, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV).

O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, atribui esse progresso às políticas públicas voltadas para a população de baixa renda. Ele destaca que muitas pessoas que antes dependiam do Bolsa Família e do Cadastro Único conseguiram ascender à classe média, graças a programas que promovem acesso à educação, trabalho e empreendedorismo.

No cenário nacional, a pesquisa da FGV revela que 17,4 milhões de brasileiros deixaram a pobreza e subiram para classes de renda mais alta entre 2022 e 2024. O aumento da renda do trabalho e a integração de benefícios sociais foram os principais motores dessa melhora socioeconômica.

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