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quarta-feira, 22 abril / 2026

Durante a 10ª Cúpula da Celac e o Fórum Celac-África, em Bogotá, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva condenou a interferência dos Estados Unidos e outras potências na América Latina e no Caribe. Ele criticou o uso da força para invadir ou pressionar nações soberanas, destacando casos como Cuba, Venezuela e Bolívia, onde há tentativas de controle sobre recursos estratégicos, como o lítio.

Lula ressaltou que a história da exploração colonial ainda pesa sobre muitos países da América Latina, Caribe e África, que hoje buscam não ser apenas fornecedores de matérias-primas, mas sim desenvolver tecnologia e indústria local. Ele defendeu a cooperação entre esses países para fortalecer a economia e a autonomia, evitando uma nova forma de colonização.

O presidente também criticou o Conselho de Segurança da ONU, apontando sua ineficácia diante de conflitos globais e a concentração de poder em poucos países. Para ele, é urgente discutir uma reforma que amplie a representatividade e impeça que nações poderosas continuem agindo como donas de países menores.

Por fim, Lula lamentou o gasto bilionário com armamentos enquanto milhões vivem em situação de fome, sem acesso a serviços básicos. Ele reforçou a importância de focar em desafios como a erradicação da fome, a transição energética e a educação, áreas que, segundo ele, são a verdadeira “guerra” a ser vencida.

Com informações do Agora RN.

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