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quarta-feira, 15 abril / 2026

A taxa de inovação nas indústrias extrativas e de transformação do Brasil registrou queda pelo terceiro ano consecutivo, chegando a 64,4% das empresas com 100 ou mais funcionários em 2024. O percentual é 0,2 ponto percentual menor que em 2023, considerando um total de 10.165 empresas desse porte no país. Em 2021, esse índice chegou a 70,5%.

Apesar da queda geral, companhias maiores, com mais de 500 empregados, mantêm uma taxa de inovação mais alta, de 75,4%. A redução é atribuída ao cenário econômico dos últimos anos, marcado por restrições financeiras e alta da taxa básica de juros, que frearam novos investimentos. A inovação simultânea em produtos e processos também caiu, atingindo 32,7%, o menor nível desde 2021.

Por setores, a fabricação de produtos químicos lidera com 84,5% das empresas inovando, seguida por máquinas e materiais elétricos (82,1%) e móveis (77,1%). Já a indústria de produtos do fumo tem a menor taxa, com 29,8%. Embora o percentual de empresas investindo em pesquisa e desenvolvimento tenha caído para 32,9%, os gastos totais em P&D subiram para quase R$ 40 bilhões.

Mesmo com a desaceleração, a maioria das empresas inovadoras (96,4%) planeja manter ou ampliar os investimentos em P&D em 2025, indicando uma expectativa de retomada gradual da inovação no setor industrial.

Com informações do Agora RN.

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