Uma gata doméstica morreu logo após ser capturada por uma empresa contratada para manejo de felinos em um condomínio fechado de Mossoró, no Rio Grande do Norte. Os tutores do animal registraram boletim de ocorrência na Polícia Civil e acusam falhas no processo de captura, retenção e na falta de informações sobre o paradeiro do animal.
A família afirma que a gata Lucy, de cerca de 7 anos e raça persa exótica, estava vacinada e sob cuidados veterinários regulares, e que não deveria ter sido capturada por estar identificada e ser de companhia. Segundo eles, o animal ficou retido por horas sem acesso e sem atendimento médico adequado antes de ser encaminhado a uma clínica, onde morreu. Eles também reclamam da falta de transparência e do pedido de cadastro e pagamento para a devolução do animal.
O condomínio alega que Lucy já apresentava um quadro de saúde grave, confirmado por laudo veterinário, e que a morte não tem relação com a captura. A empresa responsável afirma ter seguido todos os protocolos técnicos e legais, com acompanhamento veterinário. Enquanto isso, a Ordem dos Advogados do Brasil em Mossoró pediu ao Ministério Público para acompanhar a investigação, que apura possíveis maus-tratos e apropriação indevida do animal. A Polícia Civil e o Conselho Regional de Medicina Veterinária também investigam o caso.
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