Um novo estudo mostra que a dengue pode aumentar em até 17 vezes a chance de desenvolver a síndrome de Guillain-Barré (SGB), doença que provoca fraqueza muscular e pode levar à paralisia. A condição ocorre quando o sistema imunológico ataca os nervos, causando perda progressiva de força, que pode afetar até a respiração.
Em 2024, o Brasil enfrentou a maior epidemia de dengue da história, com cerca de 6,5 milhões de casos e mais de 5,8 mil mortes. Embora os números tenham caído em 2025, o vírus ainda circula em alta intensidade, e a previsão para 2026 é de 2 milhões de infecções.
A pesquisa analisou dados do SUS e identificou que o risco da síndrome aumenta principalmente nas primeiras seis semanas após a infecção. Apesar de rara — afetando cerca de 36 pessoas para cada milhão de casos de dengue —, a associação preocupa devido ao alto número de infectados.
Para evitar complicações, o diagnóstico rápido é essencial. Pacientes com fraqueza nas pernas, formigamento ou dificuldade para andar, especialmente após dengue, devem buscar atendimento imediato. A prevenção continua focada no combate ao mosquito Aedes aegypti, com eliminação de criadouros como água parada em recipientes.
Com informações do Agora RN.
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