Em fevereiro, o Congresso Nacional rejeitou a inclusão das facções criminosas na lista de organizações terroristas durante a análise do Projeto de Lei Antifacção. Apesar do debate, a proposta não foi incorporada ao texto final, que avançou com medidas mais duras contra o crime organizado, mas sem essa classificação.
O PL Antifacção foi aprovado com ampla maioria na Câmara, seguido pela aprovação unânime no Senado, e depois voltou à Câmara para uma votação simbólica. As novas regras ampliam o combate legal às facções, mas não definem quais grupos poderiam ser tratados como terroristas.
A polêmica voltou à tona depois que os Estados Unidos anunciaram, no fim de abril, a decisão de classificar o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas. O anúncio veio logo após uma visita do senador Flávio Bolsonaro a Washington.
O debate segue aceso no Brasil, com reflexos diretos nas estratégias de segurança e na cooperação internacional contra o crime organizado.
Com informações do Agora RN.
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