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sexta-feira, 12 junho / 2026

Cães e gatos também podem ter o colesterol elevado, um sinal que nem sempre é problema direto, mas alerta para outras doenças. Diferente dos humanos, esses animais raramente desenvolvem complicações cardíacas graves por causa do colesterol alto. Ainda assim, o aumento dos níveis deve ser investigado com cuidado pelos veterinários.

Na maioria dos casos, o colesterol elevado está ligado a outras condições, como hipotireoidismo, diabetes, síndrome de Cushing, problemas no fígado, obesidade e dietas inadequadas. Em gatos, a situação é parecida, mas ocorre menos isoladamente, geralmente acompanhada de outras doenças. Muitas vezes, o pet não mostra sintomas claros, o que torna o diagnóstico mais difícil.

Para identificar o problema, é feita a dosagem do colesterol no sangue, preferencialmente após jejum. O tratamento varia conforme a causa, focando no controle da doença principal, ajustes na alimentação e controle do peso. Medicamentos manipulados, em formatos e sabores atrativos, ajudam na adesão ao tratamento. A prevenção passa por consultas regulares e uma dieta equilibrada, garantindo mais saúde e qualidade de vida para os animais.

Com informações do Agora RN.

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