A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou um novo modelo de profissionalização para os árbitros da primeira divisão do Campeonato Brasileiro. Serão 72 profissionais no grupo de elite, entre árbitros centrais, assistentes e árbitros de vídeo (VAR), todos contratados como prestadores de serviço com contratos até o fim do ano.
O principal diferencial é a remuneração fixa mensal, que pode chegar a R$ 30 mil para árbitros centrais do grupo principal, além de pagamentos por partida e bônus por desempenho. Embora não haja exigência de dedicação exclusiva, a CBF quer que a arbitragem se torne a principal fonte de renda desses profissionais.
Além disso, a entidade implantará um sistema interno de avaliação que determinará promoções e rebaixamentos ao final da temporada. Pelo menos dois árbitros serão rebaixados para divisões inferiores, com base em um ranking atualizado rodada a rodada, acessível somente à CBF, que também usará esses dados para definir as escalas de jogos.
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