O Brasil encerrou 2025 com 1.302.792 trabalhadores domésticos com carteira assinada, segundo dados do Ministério do Trabalho. O número é um pouco menor que o registrado em 2024, quando havia 1.343.792 vínculos ativos, mas a categoria teve aumento na remuneração média, que passou de R$ 1.949 para R$ 2.047 no mesmo período.
Mulheres representam quase 89% dos trabalhadores domésticos, e a maioria se declara branca ou parda, mostrando a diversidade do setor. A ocupação mais comum é em serviços gerais, com quase um milhão de vínculos e salário médio de R$ 1.952. Babás, cuidadores de idosos e motoristas de carro de passeio também têm presença significativa e salários maiores.
A maioria dos profissionais tem ensino médio completo e está na faixa dos 40 aos 59 anos. São Paulo lidera em número de trabalhadores domésticos, seguido por Minas Gerais e Rio de Janeiro. No Nordeste, Bahia e Pernambuco aparecem entre os destaques. O Sudeste e Sul têm salários médios mais altos, enquanto Norte e Nordeste ficam atrás, apontando desigualdades regionais no setor.
Com informações do Agora RN.
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