Até agora em 2026, o Brasil confirmou 88 casos de Mpox, com a maioria concentrada em São Paulo, que registrou 62 infecções. O Rio de Janeiro aparece em segundo lugar, com 15 casos, seguidos por registros em Rondônia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Distrito Federal. A maioria dos pacientes apresenta sintomas leves a moderados, sem mortes reportadas neste ano.
A Mpox é causada pelo vírus Monkeypox e se transmite principalmente pelo contato direto com lesões na pele, fluidos corporais ou objetos contaminados, como roupas e toalhas. Os sintomas mais comuns incluem feridas ou bolhas na pele, acompanhadas de febre, dor de cabeça, cansaço e inchaço dos gânglios. As lesões podem surgir no rosto, mãos, pés, virilha e região genital.
O período de incubação varia de 3 a 21 dias. Quem apresentar sintomas deve buscar atendimento médico para confirmar o diagnóstico e evitar a propagação, mantendo isolamento e não compartilhando objetos pessoais. Não há tratamento específico para a doença, que costuma se resolver sozinha, mas é importante cuidar dos sintomas e prevenir complicações.
Pessoas com imunidade baixa, crianças e recém-nascidos correm maior risco de desenvolver formas graves da doença, que podem exigir internação. Para evitar a transmissão, o principal é evitar contato próximo com infectados, lavar as mãos com frequência e higienizar objetos e superfícies.
Com informações do Mossoró Notícias.
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