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sábado, 28 fevereiro / 2026

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro solicitou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, permissão para que ele receba assistência religiosa enquanto está preso na superintendência da Polícia Federal em Brasília. O pedido inclui dois nomes indicados para acompanhar o ex-presidente: o bispo Robson Lemos Rodovalho, da igreja Sara Nossa Terra, e o pastor Thiago de Araújo Macieira Manzoni.

Os advogados destacam que o atendimento seria individual, controlado e sem prejudicar a rotina da unidade ou a segurança do local. Eles lembram que a Constituição e a Lei de Execução Penal garantem o direito à liberdade religiosa mesmo para quem está privado de liberdade.

Segundo a defesa, Bolsonaro já contava com esse tipo de acompanhamento espiritual durante a prisão domiciliar, sem que houvesse qualquer problema registrado. Agora, esperam que o pedido seja autorizado para garantir esse direito enquanto ele permanece na sede da Polícia Federal.

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