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domingo, 14 junho / 2026

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decretou a prisão preventiva de Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, ex-policial Rafael do Nascimento Dutra, conhecido como Sem Alma, e Jefferson Rodrigues da Silva, o Jefe. Eles são acusados pelo Ministério Público de envolvimento na morte do policial penal Bruno Kilier, ocorrida em junho de 2023 no Recreio dos Bandeirantes.

Bruno foi executado com tiros de fuzil após ser rastreado por um aparelho GPS instalado no seu carro, segundo a denúncia. Ele representava uma fabricante de cigarros e teria entrado em conflito com a organização criminosa liderada por Adilsinho, que controla o comércio ilegal de cigarros paraguaios no Rio, com fábricas em Duque de Caxias.

O grupo busca monopolizar a venda de cigarros falsificados no estado e está ligado a uma série de homicídios relacionados à chamada “máfia do cigarro” e ao jogo do bicho. Na decisão judicial, Adilsinho terá que cumprir a prisão em regime de segurança máxima, onde já está desde fevereiro, após ser preso em Cabo Frio. Além disso, ele é presidente de honra da escola de samba Acadêmicos do Salgueiro.

Com informações do Agora RN.

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