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segunda-feira, 15 junho / 2026

O Rio Grande do Norte teve aumento no número de crianças sem registro de nascimento em 2024. A taxa subiu de 0,68% em 2023 para 0,72%, o que representa 270 recém-nascidos sem certidão no estado. O levantamento considera os nascimentos não registrados até março do ano seguinte ao parto.

Mais de 50 municípios potiguares apresentaram índices acima de 1%, com destaque para Lagoa de Velhos, que teve quase metade dos nascimentos sem registro, seguido por Francisco Dantas, Patu e São Fernando. Entre as causas apontadas estão dificuldades econômicas, fechamento de cartórios e problemas de acesso aos serviços.

No mesmo período, o sub-registro de óbitos caiu, passando de 7,81% para 7,22%, porém o estado ainda ficou entre os que têm maiores índices do país. Lagoa de Velhos também lidera negativamente esse ranking, com quase 67% das mortes sem registro oficial.

A redução no sub-registro nacional de nascimentos, que chegou a menos de 1% pela primeira vez, mostra avanços no sistema de registro civil. Contudo, estados como Roraima, Amapá e Amazonas ainda apresentam índices elevados, enquanto o Sul e Sudeste mantêm os menores percentuais.

Com informações do Agora RN.

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