Em Brasília, representantes da indústria discutiram a atualização dos tetos de faturamento para microempreendedores e pequenas empresas. A proposta em análise no Congresso quer elevar o limite do MEI de R$ 81 mil para quase R$ 145 mil por ano, enquanto para o Simples Nacional a ideia é subir o teto das microempresas de R$ 360 mil para R$ 869 mil anuais.
O objetivo é corrigir distorções causadas pela inflação, que empurram negócios para regimes tributários mais caros, prejudicando a competitividade e até levando empresas à falência. Segundo o líder do grupo, a atualização é urgente para evitar esses efeitos negativos.
Além disso, foi discutido o impacto do piso mínimo do frete rodoviário, que, ao não considerar as diferenças regionais, tem afetado especialmente estados com desafios logísticos, como o Rio Grande do Norte. Também entraram na pauta os efeitos do crédito consignado privado sobre o mercado de trabalho, com aumento da rotatividade por conta do endividamento dos funcionários.
As discussões fazem parte da agenda da indústria para melhorar o ambiente de negócios das micro e pequenas empresas, consideradas essenciais para gerar emprego e renda no país.
Com informações do Agora RN.
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