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segunda-feira, 27 abril / 2026

Para muitas famílias, a hora da refeição vira um momento complicado quando a criança tem transtorno do espectro autista (TEA) e apresenta seletividade alimentar. Esse comportamento não é birra, mas resultado de uma combinação de fatores sensoriais, emocionais e neurológicos que afetam a aceitação dos alimentos.

Desde cedo, é comum que essas crianças rejeitem comidas por causa da textura, cheiro, cor ou até formato, preferindo apenas poucos alimentos específicos. Isso dificulta a rotina, principalmente em lugares fora de casa, como restaurantes e eventos, onde o cardápio pode ser motivo de estresse e ansiedade para todos.

Especialistas alertam que a pressão para comer piora o quadro e indicam que o ideal é um processo gradual, sem forçar, respeitando o tempo da criança. Além disso, a ingestão limitada pode trazer riscos à saúde, como anemia e falta de nutrientes essenciais, por isso o acompanhamento de profissionais de diferentes áreas é fundamental.

Envolver a criança no preparo da comida, permitir que ela explore os alimentos e manter uma rotina previsível ajudam a ampliar o repertório alimentar. Com paciência e suporte adequado, é possível avançar e transformar o momento das refeições em algo menos difícil para toda a família.

Com informações do Agora RN.

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