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sexta-feira, 24 abril / 2026

No Rio Grande do Norte, apenas 14 queijeiras artesanais estão formalizadas, enquanto centenas ainda produzem sem registro. A Associação dos Empreendedores de Leite (Empreleite) aponta que a burocracia estadual dificulta a regularização, especialmente para pequenos produtores do semiárido, onde a atividade pode aumentar em até cinco vezes a renda.

A legislação atual, baseada na Lei Nivardo Mello, não condiz com a realidade dos pequenos, tornando difícil conseguir o registro sanitário. Como alternativa, algumas cidades estão criando normas municipais para facilitar a formalização. Ceará-Mirim é o único município com uma queijeira registrada localmente, e outras cidades como Parnamirim avançam neste sentido.

Apesar dos desafios, a produção potiguar tem ganhado destaque, com nove medalhas no Mundial do Queijo do Brasil, incluindo o prêmio Super Ouro para a queijeira Galego da Serra. A Empreleite aposta na ampliação das legislações municipais e na participação em eventos para fortalecer o setor e ampliar o acesso a mercados.

Com informações do Agora RN.

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