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sexta-feira, 24 abril / 2026

A endometriose, que afeta cerca de oito milhões de mulheres no país, ainda enfrenta um grande desafio: o diagnóstico pode levar de seis a sete anos. Isso ocorre porque os sintomas, como dor intensa na menstruação, incômodo nas relações sexuais e desconforto pélvico, são muitas vezes confundidos com queixas comuns do ciclo menstrual.

A doença acontece quando células parecidas com o tecido que reveste o útero crescem fora da cavidade uterina, causando inflamação, dores fortes e, em alguns casos, aderências entre órgãos. Sem tratamento, a endometriose pode gerar dificuldades para engravidar, problemas intestinais e urinários, além de impactos emocionais, como ansiedade.

Especialistas apontam que a demora no diagnóstico está ligada à naturalização da dor feminina, à semelhança dos sintomas com outras condições e à falta de acesso a exames especializados. Dados do SUS mostram um aumento significativo no atendimento a pacientes com endometriose nos últimos três anos, mas o reconhecimento precoce dos sinais ainda é fundamental para reduzir o tempo de espera e garantir um tratamento eficaz.

Com informações do Agora RN.

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