A Itália não estará na Copa do Mundo de 2026. Após perder nos pênaltis para a Bósnia e Herzegovina na repescagem europeia, a equipe acumula três eliminações seguidas do principal torneio do futebol. O empate em 1 a 1 no tempo normal não foi suficiente para evitar mais um fracasso decisivo.
O declínio da seleção italiana vem de longa data, intensificado por problemas estruturais. O futebol local, que já foi referência na Europa, sofreu com escândalos como o Calciopoli em 2006, que prejudicou clubes importantes e enfraqueceu a liga. A saída de grandes jogadores e a queda na formação de novos talentos também colaboraram para a perda de protagonismo.
Apesar das tentativas recentes de reformulação, como a contratação do diretor técnico Cesare Prandelli e investimentos na base, o sistema segue fragilizado. A baixa presença de atletas italianos em ligas internacionais de ponta e o excesso de estrangeiros no campeonato local são apontados como desafios para o crescimento.
Até conquistas recentes, como o título da Eurocopa em 2021, não foram suficientes para reverter o quadro. A crise levou a mudanças na gestão da federação e a um pedido público por uma reestruturação completa do futebol nacional. Hoje, a Itália enfrenta a necessidade de repensar seu modelo para voltar a brigar no cenário mundial.
Com informações do Agora RN.
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