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sábado, 18 abril / 2026

As estatais federais fecharam os dois primeiros meses de 2026 com um rombo de R$ 4,16 bilhões, o maior desde o início das estatísticas em 2002. O número supera em três vezes o déficit registrado no mesmo período de 2024, que foi de R$ 1,36 bilhão. A conta não inclui grandes empresas como Petrobras, Caixa, BNDES e Banco do Brasil, mas considera companhias como Correios, Infraero, Serpro e Dataprev.

O resultado negativo é puxado especialmente pelos Correios, que enfrentam sérias dificuldades financeiras. Em dezembro, a estatal contraiu um empréstimo de R$ 12 bilhões para manter as operações e investir. Até setembro de 2025, o prejuízo acumulado da empresa já chegava a R$ 6 bilhões, quase três vezes maior que o registrado no ano anterior.

Além disso, o setor público consolidado — que reúne União, estados, municípios e estatais — teve um déficit de R$ 16,4 bilhões só em fevereiro de 2026. No acumulado dos últimos 12 meses, o rombo chega a R$ 52,8 bilhões. A dívida bruta do governo geral alcançou R$ 10,2 trilhões, cerca de 79,2% do PIB do país.

Com informações do Agora RN.

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