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sábado, 18 abril / 2026

O Corinthians enfrenta uma nova investigação envolvendo pagamentos em dinheiro vivo feitos entre 2018 e 2023, período que inclui as gestões dos ex-presidentes Andrés Sanchez e Duilio Monteiro Alves. O ex-chefe de segurança do clube, João Odair de Souza, conhecido como Caveira, recebeu mais de R$ 3,4 milhões em espécie, segundo documentos entregues pelo próprio clube ao Ministério Público de São Paulo (MP-SP).

A maior parte desses valores não tem comprovação por meio de notas fiscais ou recibos, o que levantou suspeitas e motivou a abertura de um inquérito criminal. Atualizados pela inflação, os pagamentos podem ultrapassar R$ 7,3 milhões. Caveira afirmou que o dinheiro era usado para pagar seguranças autônomos, muitos deles policiais em folga, que não emitiam nota fiscal, e disse ter prestado contas ao departamento financeiro do clube sem receber questionamentos do Conselho Fiscal.

Além dele, outro ex-funcionário, o ex-motorista do ex-presidente Duilio, Denilson Grillo, recebeu mais de R$ 1,2 milhão em dinheiro vivo ao longo de três anos. O MP também investiga a possível utilização de empresas de fachada para justificar despesas e facilitar o uso dos recursos do Corinthians. Até o momento, a diretoria atual do clube não se pronunciou sobre o caso, que segue sendo apurado pelo Ministério Público com possibilidade de medidas judiciais futuras.

Com informações do Agora RN.

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