A Polícia Federal realizou nesta quarta-feira (4) uma operação que atingiu locais ligados ao prefeito de Macapá, Dr. Furlan (PSD), investigado por supostas fraudes em licitações na área da saúde. A ação, que faz parte da segunda fase da operação Paroxismo, cumpriu 13 mandados de busca e apreensão nas cidades de Macapá, Belém e Natal, além de afastar servidores públicos por 60 dias, entre eles o vice-prefeito Mario Neto (PODE).
As investigações apontam para indícios de um esquema criminoso envolvendo agentes públicos e empresários, que teria manipulado licitações para a construção do Hospital Geral Municipal de Macapá. Segundo a PF, o grupo pode ter direcionado contratos milionários, desviado recursos públicos e lavado dinheiro por meio de transações financeiras suspeitas.
O hospital é uma das maiores obras de saúde da capital amapaense, com orçamento estimado em dezenas de milhões. A operação busca apurar se o projeto foi usado para benefício ilícito de envolvidos no esquema. Até o momento, os nomes de todos os servidores afastados ainda não foram divulgados.
Com informações do g1 RN.
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