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segunda-feira, 20 abril / 2026

No Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol), em Natal, pacientes com doenças raras recebem atendimento integrado de uma equipe multidisciplinar formada por neurologistas, psicólogos, nutricionistas, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e dentistas. O objetivo é acelerar o diagnóstico e oferecer acompanhamento personalizado, principalmente para condições como a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA).

O principal desafio está em identificar precocemente essas doenças, já que os sintomas iniciais costumam ser vagos e comuns. Segundo o neurologista Felipe Toscano, além do olhar clínico atento, é fundamental organizar a rede de atendimento no SUS e capacitar profissionais para facilitar o acesso a exames especializados e referências. O acompanhamento contínuo melhora a qualidade de vida, prevenindo complicações e promovendo maior autonomia aos pacientes.

A psicologia também tem papel essencial no processo, apoiando emocionalmente pacientes e familiares desde o primeiro contato e durante toda a investigação diagnóstica. Esse suporte é fundamental para ajudar na aceitação da doença e na adesão ao tratamento, segundo a coordenadora adjunta do ambulatório, Glauciane Santana.

Doenças raras atingem milhões de brasileiros e representam um desafio crescente para o sistema público. Com equipes qualificadas e integradas, o Huol busca oferecer um atendimento mais eficiente e humanizado para esses casos complexos.

Com informações do Agora RN.

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