Dois ex-dirigentes do INSS presos desde novembro de 2025 fecharam acordo de delação premiada e apontaram nomes ligados à política nacional, incluindo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e a ex-ministra Flávia Péres, ligada ao Centrão. Eles são investigados por autorizar descontos automáticos irregulares em benefícios previdenciários, feitos por entidades que cobravam ilegalmente.
Segundo as investigações, Virgílio Oliveira Filho teria recebido cerca de R$ 11,9 milhões em propinas entre 2023 e 2024, enquanto André Fidelis teria recebido R$ 3,4 milhões. A defesa dos ex-diretores afirma que o acordo de delação ainda não foi formalizado.
O caso segue sob sigilo, e há possibilidade de que outros envolvidos também façam acordos de colaboração com as autoridades para esclarecer o esquema.
Com informações do Mossoró Notícias.
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