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quinta-feira, 16 abril / 2026

Polilaminina: avanço brasileiro pode recuperar movimentos de pacientes com lesão na medula

Uma pesquisa brasileira vem ganhando destaque internacional ao mostrar resultados promissores na recuperação de movimentos em pessoas com lesão medular grave. A polilaminina, substância desenvolvida pela bióloga Tatiana Coelho de Sampaio, da UFRJ, é baseada na proteína laminina, fundamental para a regeneração neural. Estudos iniciais indicam que a aplicação direta da polilaminina na medula espinhal pode restaurar a mobilidade em pacientes paraplégicos e tetraplégicos.

Em testes preliminares com humanos, seis dos oito participantes apresentaram melhora significativa, incluindo um caso que voltou a andar. Em janeiro, a Anvisa autorizou o início da fase 1 dos estudos clínicos para avaliar a segurança do tratamento em pacientes com lesão medular aguda, um passo fundamental para avanços futuros.

A cientista responsável pela pesquisa foi recebida pelo presidente Lula para discutir estratégias de apoio à continuidade dos estudos, que envolvem potenciais parcerias e a integração ao SUS. Apesar do entusiasmo, especialistas alertam que a polilaminina ainda precisa passar por fases mais avançadas de testes antes de se tornar um tratamento disponível. Se comprovada, a inovação pode transformar o tratamento de lesões medulares no Brasil e no mundo.

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