O Rio Grande do Norte fechou o primeiro mês de 2025 com crescimento real de 3,65% na arrecadação federal em relação a 2024, segundo dados da Receita Federal. O avanço nominal, sem considerar a inflação, foi de 8,83%, superando o desempenho do PIB regional. O destaque ficou para a retomada da exploração de petróleo terrestre e o crescimento dos parques eólicos, que impulsionaram a arrecadação sobre lucros e faturamento.
As contribuições sociais continuam dominando a arrecadação, mas houve aumento significativo nos impostos sobre a renda, especialmente o IRPJ e a CSLL, ligados a empresas dos setores de óleo, gás e energia renovável. A Receita Previdenciária também cresceu com o aumento da massa salarial e o fim das desonerações da folha de pagamento. O IOF teve alta expressiva, acima de 20%, por causa de ajustes nas alíquotas federais.
Diferente de outros estados do Nordeste, o RN tem uma economia mais diversificada, com forte presença dos setores de energia e petróleo, que compensaram a queda em receitas atípicas de 2024. Para 2026, a expectativa é de crescimento real acima de 2%, mas com atenção à transição da reforma tributária e ao fim de incentivos fiscais que podem afetar serviços e turismo. O governo aposta em digitalização e redução de disputas fiscais para manter a receita em alta.
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