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sábado, 28 fevereiro / 2026

O Rio Grande do Norte se destaca como um ponto estratégico para a extração de terras raras no Brasil, segundo estudo recente do Serviço Geológico do Brasil. Essas substâncias são essenciais para a fabricação de produtos tecnológicos, como veículos elétricos, turbinas eólicas e smartphones. Apesar do potencial, o setor enfrenta obstáculos para crescer, como a escassez de água e a dificuldade em atrair indústrias que utilizem esses minerais.

A pesquisa identificou milhares de depósitos de pegmatitos — rochas ricas em minerais variados, incluindo terras raras — sobretudo na região do Seridó. Atualmente, há 28 pedidos de pesquisa mineral para esses elementos no estado, o que indica interesse crescente de empresas. O setor local já conta com mão de obra qualificada e experiência em mineração, mas a falta de infraestrutura para processamento e a limitação hídrica são entraves importantes.

Além disso, o Rio Grande do Norte depende da importação desses minerais para atender à indústria, com importações que chegaram a US$ 43,7 milhões em 2021. O país possui uma das maiores reservas mundiais de terras raras, mas produz uma quantidade mínima, mostrando que o potencial ainda está longe de ser explorado. Para avançar, o estado precisa superar desafios ambientais e fortalecer a cadeia produtiva local.

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