A Polícia Civil de Santa Catarina ouviu mais um adolescente suspeito de maus-tratos que resultaram na morte do cão Orelha, em Florianópolis. A investigação está sob responsabilidade da Delegacia Especializada do Adolescente em Conflito com a Lei, que busca esclarecer a participação de cada um dos quatro jovens envolvidos, todos com menos de 18 anos.
Até agora, não há evidências de que o crime tenha sido motivado por desafios virais nas redes sociais. Além do cão que morreu, outro animal, chamado Caramelo, sofreu tentativa de afogamento, mas sobreviveu. A polícia também apura possíveis danos ao patrimônio e ataques contra profissionais da área na Praia Brava.
O caso segue em investigação, com a promessa de ouvir mais um adolescente. Se confirmadas as responsabilidades, os envolvidos poderão ser submetidos a medidas socioeducativas, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente, com internação de até três anos.
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