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sábado, 28 fevereiro / 2026

Júlio Casares renunciou à presidência do São Paulo nesta quarta-feira, poucos dias depois de perder a votação de impeachment no Conselho Deliberativo. A decisão aconteceu no mesmo dia em que a Polícia Civil realizou buscas contra Mara Casares e Douglas Schwartzmann, aliados de Casares, suspeitos de uso irregular de camarotes no estádio do Morumbi.

Em carta publicada nas redes sociais, Casares contestou as acusações, afirmando que as denúncias começaram com “versões frágeis” e são tratadas como verdade sem provas concretas. Ele garantiu que vai continuar como conselheiro consultivo do clube, à semelhança do ex-presidente Carlos Miguel Aidar, que também renunciou recentemente.

Além de Casares, Antonio Donizeti Gonçalves, o Dedé, diretor-geral do clube social e líder do Movimento Sempre Tricolor, também deixou o cargo. Sua saída está ligada à mesma operação policial, que atingiu outros integrantes do grupo. Outra baixa é Márcio Carlomagno, superintendente geral, que permanece até o fim do mês.

Enquanto isso, Casares segue sob investigação da Polícia Civil e do Ministério Público por suspeitas de gestão temerária, desvios e uso irregular de camarotes. Novas sanções podem ser discutidas conforme o avanço das apurações.

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